A Maternidade Escola Santa Mônica - especializada em atendimento a gestantes de alto risco - volta a registrar nesta sexta-feira, dia 13, superlotação. O gerente-geral da maternidade, médico Telmo Henrique Barbosa Lima, concede entrevista coletiva às 10h30 de hoje e anuncia as medidas para garantir o funcionamento da unidade de saúde.
De acordo com informações apuradas pela reportagem do Alagoas24Horas, há parturientes com bebês em colchões pelos corredores da unidade. A superlotação se dá pelo fechamento de outras unidades de saúde da capital, devido ao não recebimento do Pro-hosp, que é pago pelo Governo Federal e repassado pelas secretarias de saúde. A verba não teria chegado a essas unidades de atendimento de risco intermediário, o que obrigou ao fechamento e consequente sobrecarga da Santa Mônica.
Ainda segundo informações apuradas pela reportagem, as parturientes estão alojadas em colchões na ala pré-parto e poderiam ter sido atendidas em outras unidades, uma vez que não tiveram gravidez de alto risco.
Segundo dados extraoficiais, duas maternidades da capital alagoana estariam com o atendimento suspenso. O médico deverá anunciar quais medidas serão atendidas pela Santa Mônica, que não teria mais condições de receber gestantes.
por Alagoas24horas
